"Deixe-me envolver-te", diz. Tão amorável. "Aqui estou, esperando para abraçar-te".
Soa como o mar, soa distante. Não distante propriamente, mas tão distante quanto o lugar a que se chegaria de mãos dadas. Reminiscentemente. Como o calor da guimba compartilhada, que citara antes. Como lençóis usados. Mornos. Como calafrios felizmente previsíveis. Como os mesmos automóveis passeando pelas mesmas avenidas todos os dias, o som familiar sem o qual não se dorme.
Soa e ressoa...
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
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